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Aluna presta depoimento aos professores e colegas do curso
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Aluna presta depoimento aos professores e colegas do curso

O céu é o limite

No dia 22 de janeiro de 2015, iniciamos a nossa trajetória nessa instituição. No começo foi tão difícil conhecer diversas personalidades, readaptar a rotina, aceitar as diferenças de cada um, aceitar que a Iasmim, as Éricas, o Fernando, a Isadora nem sempre pensavam igual a mim. Mas, eram 4 longos anos. Como iríamos lidar com isso?

Aqui é como uma grande organização, com os mais variados setores, com diferentes competências, habilidades e atitudes, com vários conflitos organizacionais que nos ajudaram a amadurecer e com as diversas falhas, também.

Este lugar é o que podemos chamar de lar. Aqui aprendemos a nos relacionar uns com os outros, fizemos amizades e, também, intrigas, desenvolvemos projetos de vida, partilhamos sonhos, unimos risadas e planejamos nosso futuro.

Nos períodos sazonais, que são os períodos das provas, desenvolvemos nossa própria comunicação interna, aprendemos até libras (a,b,c,d,e). Criamos uma forma única de Marketing interno, afinal, prova é prova, não é?

Nesse tempo todo, tínhamos que mexer os pauzinhos para negociar, também, com nossos fornecedores de casa. Não era fácil estar aqui todos os dias. Alguns vinham de muito longe e outros mal viam seus pais. Comprar lanche era complicado e a contabilidade troava no fim do mês, pois nem sempre o nosso balanço patrimonial dava positivo.

Que sorte temos de nossos pais serem pessoas visionárias. Adotaram a retenção de talentos. E que sorte temos por sermos seus filhos. Foi um grande investimento.

Não podemos esquecer dos nossos Stakeholders, que nos ajudaram a chegar até aqui. Uma coisa é certa, aluno é bicho indeciso.

Se o professor nunca falta aula, é chato e não dá folga. Se o professor precisa faltar, é um folgado e não quer dar aula. Se o professor traz dinâmicas, dá exemplos ou passa vídeos, é relaxado, está só matando o tempo. Se dá o conteúdo todo sem medir caso, é muito teórico e não tem didática. Se o professor chama “Ei fulano, vem cá”, não sabe o nome dos alunos. Se chama pelo nome, tem marcação. Se a prova é oral, zerei. Se é de múltipla escolha, não aceitei essa porque marquei a quase certa. Se eu reprovo, a culpa é do professor. Seu eu passo, a culpa é minha.

É! Para nós alunos, os professores sempre estão errados, mas já estamos terminando o 5° semestre e os professores estão errados. Na verdade, para que eu esteja aqui, alguma coisa eles fizeram.

Professor Lucivaldo nos ensinou a lutar por nossos direitos, de acordo com a legislação. Rivelino, “tio” Fred e “tia” Maria do Carmo, nos mostraram uma nova forma de ver os tão complicados números. Kercynha nos amedrontou todo o semestre dizendo que era carrasca, quando na verdade era uma docilidade só, quando queria, claro. Professor Romério e professor Oscar, nos ajudaram nos balanços patrimoniais da vida. Os meus ainda estão negativos, mas vai dar certo. Carlos Eduardo nos ensinou a sermos mais críticos e, ao mesmo tempo, nos ensinou a confiar em nosso potencial. “Tia” auxiliadora, Kátia Gardênia e Sérgio Horta nos mostraram que teologia, filosofia e responsabilidade social não são matérias quaisquer não. É um ensinamento para a vida. Daniel, Valter, Leonardo, Bruno, Mariza e Thiago, nos endoidaram, literalmente. Era muito conteúdo, mas ambos souberam contornar a situação. Nosso querido Flávio e nossa querida Bárbara, chegaram, chegando. As matérias já eram boas e fizeram ficar melhores, ainda.

Moisés é um exemplo que nos ensina que não importa o que os outros digam ou façam, só você pode determinar o que vai ser. Burro? Não! O burro foi um dos únicos de sua turma a passar no mestrado, foi um que decepcionou aqueles que diziam que ele não era capaz, pois se mostrou mais que isso. Marcos James, nosso querido coordenador, nos defende com unhas e dentes e soube mostrar mais do que ninguém que para o Administrador, o céu é o limite.

Enfim, professor é aquele que nos transmite sua paixão pela profissão, que nos faz acreditar que vale muito pena. Por isso, agradecemos aos nossos mestres que tanto nos ensinaram, que puxaram nossas orelhas, que passaram tanto conhecimento e nos prepararam para a vida.

A turma como um todo, me mostrou que podemos ser um, podemos alcançar qualquer coisa, podemos fazer qualquer coisa. Agrademos a Isadora por nos apresentar a história da Jack, que nem a conhecemos ao vivo, mas já a temos em nossos corações e orações.

Esse trajeto, ainda, não terminou, mas falta pouco. Essa organização passou por cenários, passou pela crise e, ainda, passará por muito mais. Mas, estamos aqui por um objetivo em comum: realizar nossos sonhos. Eu não sei que futuro me espera, mas, sabe de uma coisa?

(Canção)

Não sei! Se os dias são pra sempre

Guardei! Vocês no coração

Eu vou correndo atrás, aprendi que nunca é demais. Vale a pena insistir, minha guerra é encontrar minha paz…

Eu vou tentar, sempre!

E acreditar que sou capaz de levantar uma vez mais

Eu vou seguir, sempre!

Saber que ao menos eu tentei e vou tentar mais uma vez

Eu vou seguir…oh, oh, oh!

Dhiecy Araújo.

Por: Eliane Rodrigues

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