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Folhetim “O LIBERAL” – Edição 02
FOLHETIM “O LIBERAL”

Folhetim “O LIBERAL” – Edição 02

GRUPO DE ESTUDOS ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO – G.E.A.E.D.

O grupo Estudo Análise Econômica do Direito – G.E.A.E.D. Tem como objetivo a investigação crítica dos pensadores do Direito como também das Ciências econômicas, relacionando-se as correntes filosóficas destas duas áreas. Segundo o pensamento dos autores das referidas ciências tendo como pretensão responder aos questionamentos de nossa época. Assim, promovendo uma pesquisa no âmbito universitário, segundo os pensadores da Economia e do Direito na esfera dos questionamentos econômicos e sócio-político. O G.E.A.E.D. possui parceria com o Instituto Mises Brasil que é filiado a Escola Austríaca de Economia, esta apresenta teorias sobre o dinheiro e capital, ciclos econômicos, papel do empreendedor e os efeitos da intervenção governamental nos mercados. Oferecendo aos estudantes membros do grupo uma visão critica dentro de um raciocínio logico-dedutivo sobre as questões legais, sociais, politicas e econômicas, dentro de um cenário que vai de questões regionais até internacionais.

 

Governo Federal leiloou Por, R$: 12,13 bilhões, as concessões de quatros usinas da Cemig, arrecadando 9,7% a mais que o esperado de R$: 11 bilhões.

Por Francisco Valdovir Holanda de Almeida

A quem interessa as estatais? Deveríamos sempre nos indagar sobre esse tema. No primeiro momento a resposta seria “o povo”, mantra do governo populista de Getúlio que se proliferou no tempo com os partidos de extrema esquerda, esquerda e de centro esquerda. Porém, em um sistema presidencialista de coalisão como o nosso, serve apenas para loteamento de cargos de segundo escalão, ou seja, não existe “o povo” em empresas estatais, mas sim, partidos exigem do executivo cargos de chefia nessas empresas em troca de apoio politico, nesse sentido essas indicações são meramente politicas e não técnicas. Respondendo a pergunta acima, as estatais interessam tão somente aos partidos políticos e não ao povo.

 

REFLEXÃO:

Por Maria Grazielli Pereira de Lima

“A desvantagem do capitalismo é a desigual distribuição das riquezas; a vantagem do socialismo é a igual distribuição das misérias.”

(Winston Churchill)

 

O SOCIALISMO

Por Amanda Alves

O presente resumo faz ilustrações a palestra realizada por Mises em Buenos Aires na Argentina no Centro de Difusion de la Economia Libre. O palestrante inicia seu discurso com as seguintes indagações: Que vem a ser economia livre? Que significa sistema e liberdade econômica? Para Mises essas indagações ultrapassam a ideia simplória de compra e venda, possuindo um significado mais epistemológico, uma vez que, quando se fala em liberdade de mercado essa se expressa nas mais variadas concepções de liberdade. O Autor continua afirmando que liberdade de expressão só é possível quando seus meios são de livre acesso aos indivíduos ora que se podem manifestar seus pensamentos, ideologias e crenças. Porém, se os meios midiáticos forem de monopólios do Estado essa liberdade deixa de existir por ocasião que as manifestações de pensamentos devem ser sempre em alinhamento com o do Estado. Outro exemplo consiste a título profissional, quando se possui liberdade de mercado, é o próprio indivíduo que escolhe sua atividade laboral mediante a as suas habilidades e competências individuais e assim se inserindo no mercado, e nesse mercado livre que determina o quê e para quem produzir são seus próprios integrantes, o cidadão na qualidade de consumidor, então é ele quem vai disciplinar o que fica e o que sai do mercado, sendo nessa dinâmica que se evolui as tecnologias nas áreas da saúde, educação mobilidade e consequentemente na qualidade de vida. O autor ainda dispõe do fenômeno da mobilidade social, como no livre mercado é o consumidor o destinatário final dos produtos e serviços produzidos e vendidos, o autor faz alusão à falsa compreensão de que são os “capitães” da indústria, os homens de negócios e os empresários os “chefões” do sistema econômico, mas na verdade esses “chefões” a bem da verdade são os consumidores, uma vez que se estes deixarem de prestigiar determinadas atividades econômicas, esses industriais e empresários ou trocam suas atividades ou perderam sua posição no mercado, o que possibilita a criação de uma nova atividade econômica e consequentemente a existência do fenômeno da mobilidade social. Porém, nos regimes socialistas e análogos, estes retiram a liberdade de mercado e consequentemente as demais liberdades, impondo ao consumidor o que ele deve ler, produzir e qual profissão seguir, assim, se tem uma imagem de uma autoridade paternalista e um guardião de todos. No momento em que começamos a aceitar que a autoridade estatal venha a disciplinar o que é bom e é ruim para a vida dos indivíduos, se inicia um regime de escravidão do cidadão pelo Estado, como sempre aconteceu nos países que adotaram o socialismo. Assevera ainda o autor que as inovações culturais, tecnológicas e econômicas nos regimes socialistas estão condicionadas a anuência do poder estatal, que muitas vezes não compreendem o espírito inovador do empreendedor. Ou seja, aonde não exista liberdade de mercado não existirão as demais liberdades.

 

Por: jefferson

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